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Energia solar em Cuiabá · desde 2024

Energia solar começa no projeto, não na placa.

Projeto, aprovação, instalação e homologação em Cuiabá e região, com cada etapa documentada.

Prancha de projeto elétrico aberta sobre a mesa, com régua, lápis e a planta do telhado marcada com a posição dos módulos
Antes da primeira placa, a planta do telhado: posição dos módulos, sombras e caminho dos cabos.

01 — Como funciona

Um sistema fotovoltaico conectado à rede passa por cinco etapas. Pular qualquer uma delas é o que costuma transformar economia em dor de cabeça.

  1. Conta e conversa

    Você envia a conta de luz. Lemos o histórico de consumo dos últimos doze meses, o tipo de ligação e a tarifa, e devolvemos uma estimativa inicial.

  2. Visita técnica

    Medimos o telhado ou a laje, verificamos sombras ao longo do dia, o estado da cobertura, o padrão de entrada e o ponto para o inversor.

  3. Projeto e aprovação

    Com as medidas, fazemos o projeto elétrico e enviamos a solicitação de acesso à distribuidora local. A obra só começa com o parecer em mãos.

  4. Instalação

    Montagem da estrutura, fixação dos módulos, inversor, proteções e aterramento, seguindo o que foi aprovado no projeto.

  5. Homologação

    A distribuidora vistoria o sistema e troca o medidor. Só então o sistema passa a compensar créditos na sua conta.

02 — O que está incluso no projeto

Muitos orçamentos de energia solar comparam só o preço do kit. Esta é a lista do que acompanha o serviço da Prime, para você comparar item por item.

  • Visita técnica

    Medição da cobertura, análise de sombreamento, condição do telhado ou da laje e avaliação do padrão de entrada.

  • Dimensionamento

    Cálculo da potência pelo consumo real, considerando a perda por temperatura, a orientação do telhado e a tarifa vigente.

  • Projeto elétrico

    Diagrama, memorial descritivo e especificação das proteções, com responsável técnico habilitado.

  • Documentação junto à distribuidora

    Solicitação de acesso, envio dos documentos e acompanhamento do parecer até a aprovação.

  • Instalação

    Estrutura adequada ao tipo de cobertura, módulos, inversor, proteções elétricas e aterramento.

  • Homologação

    Pedido de vistoria e acompanhamento da troca do medidor até o sistema entrar em operação.

  • Configuração do monitoramento

    Aplicativo do inversor configurado e conectado, com acesso em seu nome para acompanhar a geração.

  • Orientação de garantia

    Entrega dos termos de garantia do módulo, do inversor e da instalação, com o passo a passo para acionar cada um.

Ao comparar propostas, peça que cada um destes itens apareça por escrito. Um orçamento sem projeto e sem documentação não é mais barato: é incompleto.

Instalador apertando com chave o parafuso do grampo que prende o perfil de alumínio à estrutura do telhado
Fixação do perfil de alumínio: o tipo de gancho muda conforme a telha, a laje ou a estrutura metálica.

03 — Quanto você economiza

Digite o valor médio da sua conta. O cálculo usa a tarifa e a geração solar típicas de Cuiabá.

Entre R$ 100 e R$ 50.000.

Economia por mês
—
Em 12 meses
—
Payback estimado
—

Estimativa. Os valores são uma estimativa, não uma proposta. O resultado real depende da visita técnica, do telhado, das regras da distribuidora e da tarifa vigente. O custo de disponibilidade continua sendo cobrado, assim como a parcela prevista na Lei 14.300/2022.

04 — Para quem atendemos

  • Residencial

    Casas com consumo alto e telhado próprio, e quem já recebeu orçamento e quer entender o que ficou de fora.

  • Comercial

    Lojas, escritórios e prestadores de serviço que funcionam de dia, quando a geração solar coincide com o consumo.

  • Condomínio

    Sistema para a área comum, com o material técnico para apresentar em assembleia e o projeto de ocupação da cobertura.

  • Indústria leve

    Galpões e pequenas fábricas com cobertura metálica, carga diurna e padrão de entrada a ser avaliado na visita.

05 — Perguntas frequentes

  1. O que é a homologação e por que o sistema não pode ser ligado antes dela?

    Homologação é a aprovação final da distribuidora local, que em Cuiabá e nas demais cidades atendidas é a Energisa Mato Grosso. Antes da obra, a distribuidora analisa o projeto; depois da instalação, faz a vistoria e troca o medidor comum por um bidirecional, que registra o que você consome e o que injeta na rede. Ligar o sistema antes disso é irregular: a energia injetada não vira crédito, o medidor antigo pode registrar leituras erradas e a unidade fica sujeita às penalidades previstas nas regras da distribuidora. A Prime Energia Solar é uma empresa independente, sem vínculo com a distribuidora.

  2. Qual a diferença entre garantia do módulo, do inversor e da instalação?

    São três garantias diferentes. A do módulo é do fabricante e costuma ter duas partes: uma contra defeito de fabricação e outra de desempenho, que garante uma potência mínima ao longo dos anos. A do inversor também é do fabricante e normalmente é mais curta, porque é o componente eletrônico que trabalha mais. A da instalação é da empresa que montou o sistema e cobre o serviço: fixação, vedação, conexões e cabeamento. Os prazos de cada uma variam por marca e por contrato, e devem estar escritos na proposta.

  3. O que acontece se o orçamento não incluir projeto e documentação?

    Alguém vai ter que fazer, e em geral é você quem descobre isso depois de comprar o kit. Sem projeto elétrico e sem a solicitação de acesso aprovada, o sistema não pode ser homologado nem gerar créditos. Por isso, ao comparar propostas, confira se estão inclusos visita técnica, projeto com responsável técnico, documentação junto à distribuidora, instalação e acompanhamento da vistoria.

  4. O calor de Cuiabá reduz a eficiência do módulo?

    Reduz, e o projeto precisa levar isso em conta. A potência do módulo é medida a 25 °C na célula; em um dia quente de Cuiabá a célula passa com folga dos 60 °C, e cada grau a mais tira uma pequena fração da potência, conforme o coeficiente de temperatura informado pelo fabricante. O dimensionamento considera essa perda térmica, e a fixação mantém um vão ventilado sob os módulos. O que aumenta a geração é a quantidade de sol, não o calor.

  5. A poeira e a fuligem das queimadas atrapalham a geração?

    Sim. Na estiagem, de maio a setembro, poeira e fuligem se acumulam no vidro dos módulos e reduzem a luz que chega às células, e sem chuva essa camada não sai sozinha. A limpeza periódica, com água e material que não risque o vidro, recupera a produção. O aplicativo de monitoramento ajuda a perceber quando a geração caiu por sujeira.

  6. O que muda na conta depois que o sistema entra em operação?

    A conta passa a mostrar a energia consumida, a energia injetada e os créditos. A energia gerada e usada na hora nem passa pelo medidor; o excedente vai para a rede e vira crédito, que abate o consumo da noite e dos meses seguintes e vale por até 60 meses. Continuam na conta o custo de disponibilidade (a taxa mínima), a iluminação pública e, pela Lei 14.300/2022, uma parcela gradual sobre a energia injetada. Por isso falamos em economia de até 90%, e não no fim da conta de luz.

  7. O sistema funciona durante uma queda de energia?

    Não. O sistema on-grid, conectado à rede, desliga automaticamente quando falta energia na rua, para proteger quem trabalha na manutenção da rede. Para manter tomadas ou equipamentos ligados durante a queda, é preciso um sistema com baterias, que tem outro projeto e outro custo.

  8. Quanto tempo dura um sistema fotovoltaico?

    Os módulos têm vida útil em torno de 25 anos, com perda gradual de eficiência. O inversor dura menos e pode precisar ser trocado nesse período. Estrutura e cabos bem instalados acompanham a vida dos módulos, desde que passem por inspeção periódica.

  9. Quanto a energia solar reduz a conta de luz?

    A estimativa chega a até 90% da conta, conforme o consumo, a área disponível e a tarifa vigente. O simulador desta página dá uma primeira ideia; o número para decidir sai depois da visita técnica, no projeto.

06 — A empresa

A Prime Energia Solar foi aberta em abril de 2024, em Cuiabá, para trabalhar com sistemas fotovoltaicos conectados à rede: do estudo da conta ao sistema homologado.

A proposta é simples de dizer e trabalhosa de cumprir: cada sistema sai com projeto, documentação aprovada e instalação conferida, e você recebe por escrito o que foi feito.

Razão social
Prime Energia Solar LTDA
CNPJ
54.693.721/0001-53
Abertura
11 de abril de 2024
Endereço
Avenida Marechal Deodoro, 2238, Lote 01, Goiabeira, Cuiabá/MT, CEP 78032-115
Atendimento
Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Santo Antônio de Leverger, Nossa Senhora do Livramento, Jangada
Técnico com prancheta conferindo a leitura do medidor de energia bidirecional instalado na caixa do padrão de entrada
Conferência do medidor depois da homologação: a partir daqui a energia injetada vira crédito.

Orçamento

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